Uma crítica cultural sobre o pagode baiano. Música que se ouve, se dança e se observa.

Ari Lima faz neste livro uma incursão primorosa no universo do chamado pagode baiano, retirando com mestria o gênero da zona de estigma. O autor historia e analisa essa prática social urbana articulando criativamente na sua crítica cultural  os conceitos de raça, gênero e classe social. A pesquisa etnográfica realizada e a consistência teórica desse ensaio resultam numa leitura acurada do pagode baiano entendido como expressão estético-comportamental de jovens negros e pobres no seu esforço de integração a uma sociedade marcada pelo racismo. “Putões”, “moleques”, “periguetes”, “viados” e outros atores aparecem da rede relacional do pagode baiano, cuja dinâmica e trajetória ganham aqui interpretação original e apropriada.

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LIMA, Ari.Uma crítica cultural sobre o pagode baiano. Música que se ouve, se dança e se observa. 1. ed. Salvador: Pinaúna Editora, 2016. 128p